Pra você que é um puta dum anti-americanista ou a porra que o valha,tem que dar uma conferida neste video sobre industrialização e consumo...apesar da crítica ser diretamente aos States,vale também para qualquer lugar do mundo(inclusive a república dos bananas)...e viva ao alfinete!!!




E não é que saiu???



Finalmente, depois de alguns muitos anos, milhões de dinheiros e paciencias explodidas ao redor do mundo, o Seu Rose lançou a bolacha mais aguardada do ano... e, por que não, da década???

Sem pensar no peso histórico do disco, ouvir "Chinese Democracy" sem preconceitos é ter a grata surpresa de ouvir um bom disco de Hard Rock... Como tudo em que Axl toca, os exageros são muitos, e em certos pontos até embaraçosos (as firulas vocais da introdução de "Scrapped" eram desnecessárias), mas grande parte da graça do disco está na megalomania de seu pai. Axl cumpriu o que devia: Fez um bom disco que, de certa forma, evita que o nome de sua banda seja jogado no balaio das piadas prontas.

A abertura de "Chinese Democracy", a música, é forte. "Shackler's Revenge" é igorantemente fodona. "Better" é bem "GN'R"... "Sorry", que parece ser dedicada ao Steven Adler, é um mash up dos riffs do Sabbath com as pirações do Floyd, e porra... é legal pra caralho!!! Enfim, o balanço geral do disco é surpreedentemente bom.

Vale uma orelhada. Mesmo que sem compromisso.



"Chinese Democracy"
Guns N' Roses
2008
Hard Rock

01."Chinese Democracy"
02."Shackler's Revenge"
03."Better"
04."Street of Dreams"
05."If the World"
06."There Was a Time"
07."Catcher in the Rye"
08."Scraped"
09."Riad n' the Bedouins"
10."Sorry"
11."I.R.S."
12."Madagascar"
13."This I Love"
14."Prostitute"

Ohh Jack!!!

Lacerda >> 7:39 PM >> ,
Ontem a noite eu sonhei
que eu era Jack Kerouac
E subi num terraço: rua Houston
E vi as duas torres gêmeas brilhando.

O cabelo louro da menina
As tranças negras do crioulo
A sua guitarrra - a sua angústia calma.

Eu desci
Peguei a minha lata de spray
Sai pela rua, pintei dois olhos verdes nas paredes.


Ontem a noite eu sonhei
que conversava com Jack Kerouac
Ele chegava e me dizia
"Hey Man! eu renasci black
E agora sou um tocador de piston!
"Eu só sei que o som era tão alto que despertou o mundo inteiro
Eu acordei, e saí mandando brasa nas estradas do mundo.



''Ei Jack! Bye Bye''

Época boa esses anos 80,onde a gente era feliz e não sabia....pala do Gang 90 sobre uma pessoa que dispensa comentários!!!

A Loka

Lacerda >> 5:32 PM >>
Bom,quebrando a minha regra de tirar os posts de minha própria cachola,hohe resolvi dar espaço a uma colaboradora esporádica(e absurdamente improvável e imprevisível)desse blog de merda!!!Esse nada mais é do que o relato de uma louca pela Cindy...
Cyndi continua linda, porém comportada. Um aplique longo na metade do cabelo e umas mechas rosas.Ainda dá os gritinhos, os pulos, faz as dancinhas desengonçadas e interage bastante com o público.Ela chorou ao entrar (é, ela foi o-va-cio-na-da) e tirou o sapato pra batê-lo no palco. A primeira, como eu já esperava (hoho, vidente), foi Change of heart. Na seqüência ela cantou Set your heart, Grab a hold e When you were mine (!).Diversas vezes ela pegou uma espécie de dicionário e tentou falar em português. Não dava pra entender nada, era melhor quando ela falava em inglês mesmo. Ela soltou frases do tipo "boa viagem" "eu casar hoje" seguidos de "no, no. Ok, ok".As únicas coisas que ela falou em português que tinham algum sentido foram um "cómou vai? Quantou tempou..." e um "eu te amou", rs.

Ela ainda pegou a bandeira brazuca de um cara lá...She bop foi cantada numa versão totalmente diferente, mais lenta - ela tava um tesão tocando violão.Echo e Into the nightlife funcionaram muito bem ao vivo. All through the night foi pra testar os pulmões da galera, mas ela sobressaiu-se (óbvio).Em I drove all night aconteceu um delírio coletivo, foi lindo *-*Chapei quando ela, surpreendentemente, cantou The goonies 'r' good enough; sessão nostalgia total ("Sloth quer chocolate!")! Desacreditei.Ela ainda fez um comentário a respeito de quem canta fazendo playback e disse que ia se jogar na galera (mas logo voltou atrás porque "era assustadora a idéia e não queria ser esmagada").Time after time foi meio improvisada.Girls just want to have fun foi aqueeela coisa! Ela dançou, pulou... e ainda emendou Hey now pra ficar ainda mais lindo *-*Por fim, ela, sozinha, cantou True colors. E disse que virá ano que vem.




Não me responsabilizo pelos suicídios em massa de quem não foi e tem inveja de quem foi...qualquer coisa,reclame com a Dona Larissa Zabo

A galera já estava doida para o lançamento de ''Seaside Rock'' o sucessor do ótimo(ótimo é apelido de tão bom que é)''Writer’s Block'' de 2006,que caracterizou o Peter Bjorn and John’s com aquele som gostoso de se ouvir,principalmente pelo assovios serenos.Mas quando ouvi,confesso que fiquei meio chocado com o resultado,pois baixei desavisadamente o Seaside Rock,esperando um novo discaço de melodias,e me deparei com um album praticamente instrumental.Não sou um fã da banda,confesso,mas adoro o estilo que eles fazem,então resolvi me distanciar por um tempo,pra voltar a ouvir semanas depois,pra ver se ''dá liga''(o mesmo que fiz com interpol).E bem,posso dizer que se eu pensar neste album como sendo um album instrumental(duhhh,e é exatamente isso que ele é),vejo que eles nem precisariam compor canções mais,de tão bons que são(mas meldels,continuem...time que ganha,não se mexe).Há muitos ''buracos'' e ''sulcos'' de sonoridade no som deste album,tudo feito milimetricamente pra manter o interesse(o meu inclusive,que é muito duro - agradecimentos á TV)...existem falas no meio das músicas e tals,o que me lembra de leve um ''Athom Heart Mother'' do Floyd.Seaside Rock cobre as expectativas?Depende de cada um,claro.É um album ruim?Nãããão mesmo,nunca será ruim...ou pelo menos não enquanto o hype estiver em cima como uma Caninana...


Bond 22

João Paulo >> 12:00 AM >>


007 QUANTUM OF SOLACE dá continuidade às explosivas aventuras de James Bond (DANIEL CRAIG) em 007 CASSINO ROYALE (CASINO ROYALE).
Traído por Vesper, a mulher que ele amava, 007 luta contra o impulso de transformar sua última missão numa questão pessoal. Levados pela sua determinação de descobrir a verdade, Bond e ‘M’ (JUDI DENCH) interrogam o sr. White (JESPER CHRISTENSEN), que revela que a organização que chantageou Vesper é bem mais complexa e perigosa do que todos haviam imaginado.
A investigação do serviço de inteligência liga um traidor do MI6 a uma conta bancária no Haiti, onde um caso de identidades trocadas apresenta Bond à bela, porém perigosa, Camille (OLGA KURYLENKO), uma mulher empenhada em sua própria vingança. Camille leva Bond diretamente a Dominic Greene (MATHIEU AMALRIC), um empresário impiedoso e poderoso dentro da misteriosa organização.
Numa missão que o leva à Áustria, Itália e à América do Sul, Bond descobre que Greene, conspirando para assumir o controle de um dos mais importantes recursos naturais do mundo, está prestes a fechar negócio com o exilado general Medrano (JOAQUÍN COSIO). Usando seus associados na organização e manipulando seus poderosos contatos na CIA e no governo britânico, Greene promete derrubar o atual regime da Bolívia, dando ao general o controle do país em troca de um pedaço de terra aparentemente árido.
Num campo minado de traições, assassinatos e fraudes, Bond se alia a velhos amigos na luta para desvendar a verdade. Quanto mais perto chega de descobrir o homem responsável pela traição de Vesper, mais 007 precisa se manter um passo à frente da CIA, dos terroristas e até mesmo de ‘M’, para desvendar o plano sinistro de Greene e deter a ‘Quantum’.


O povo ao fim do show do National,é liberado pra antesala do teatro,pra fazer uma bagunça antes do mais esperado show da noite.Ano passado comentei que antes do show da juliette And The Licks,havia muita menininha com pena no coque do cabelo(por causa da invenção de moda da Juliette Lewis),desta vez me deparo com um monte de indiezinhos de bandana no cabelo que foi penteado estrategicamente pra ficar despenteado(por que não acordar e ficar assim até a hora do show né?) e com olhar de sapo pururu no ar!!!Eu também estava mesmo a espera do MGMT,pois as músicas deles são bem legais e não é qualquer banda vítima do hype que vem tocar no ES.Entramos todos juntos pra segurar um cantinho na frente do palco,mas logo se saca que não será tão facíl assim,pois o assédio das tietes pelo vocal Andrew Vanwyngarden é assustador(MESMO),rsrsrs...o mundo realmente está dividido entre os caras bonitões e os capa de bucho de boi,rsrs... Eles já chegam com tudo mandando ''Of Moons,Birds & Monsters'',uma das melhores do único album deles e muito esperado por mim,e olhe que nem é hitzinho da indiezada...cravam também ''Pieces Of What'',uma balada sessentista muito louca(que lembra um pouco John Lennon) e vão seguindo com o show...seguem ''Time To Pretend'',''The Youth''(essa quase deslocou muitos maxilares por causa do refrão super repetitivo).Num certo ponto do show eles fazem algo que muita gente poderia odias hoje em dia,mas se fosse nos anos 70,eles seriam alçados ao hall da fama como deuses...começa uma longa improvisação de sons eletrônicos e de guitarra,deixando no ar um tom meio de psicodelia e viagem transcedental(Pink Floyd,oi???)e isso segue por uns bons 10 a 15 minutos de show...na minha opinião foi algo corajoso pra uma banda dita ''pop'',o que não impediu alguns bocejos de quem não estava ali pra vê-los.Depois se segue mais alguns hits como a fodona ''Electric Feel'' e algumas outras...no fim,fazem umas macacadas com ''Kids'',com direito a improvisação,misturada com palhaçadas e empurração com barriga...ali seria o fim,mas eles mandam uns covers que achei bem legais,como o da Cindy Lauper e também a mela-cueca ''Purple Rain''...o povo sai com aquela sensação de que era pra ter rolado mais loucuras,mas era o fim....o último show da versão 2008 do Tim Festival.Será que estaremos de novo em 2009 tudo junto e misturado??Veremos...

nota:8,0...não foi lá essas coisas,mas ter vindo uma banda do estilo pra Vitória lava qualquer alma,e me diverti pacas...MESMO!!!E eles ignoraram ''The Handshake'',isso seria algo como sexo sem orgasmo....MESMO!!!huhuh

Assim que chego,já posso avistar uma galerinha tímida junto da escadaria,apesar de faltar uns 30m pro 1° show,o povão não tá muito preocupado com o horário...o que é muito bom,adoro essa tranquilidade,muito melhor do que aquela tensão de querer ser o 1° na frente da grade(o bom de Vix é que se tinha acesso direto ao palco,assim como deve ser...banda e platéia juntos em comunhão,não se faz uma omelete sem quebrar alguns ovos né?!?).Uma galerinha me chamou pra me juntar a eles,tudo da comu do orkut do Tim Festival,nem tinha me preocupado com encontros e tals,mas depois eu vi o quanto seria bom se juntar a ilustres e ótimos desconhecidos(^^)!!!Começam lá pelas 21h a chamar o povo(já em grande n° concentrado ali em frente)para subir pro teatro...lá está meio quente,mas nada relacionado a algum problema do ar condicionado e sim pela ansiedade quase elétrica para se ver os shows da noite(uma segunda realmente inusitada).Assim que somo avisados do começo do show,a massa se aperta dentro da area de eventos e shows pra ver o The National...somos avisados também da proibição de flashes(claro que ninguém respeita isso né)e o povo que tava junto,se separou por causa das cadeiras numeradas....mas quem disse que isso foi problema?assim que a banda entra abaixo de aplausos,toda a mulecada cai pra frente do palco(quem comprou a 1° fileira esperando ficar com o cu sentado,se fudeu,pois o povo ficou tudo na frente)...teve de tudo,muitos coros pras músicas da banda(não tão conhecida por terras tupiniquins - eu mesmo não conhecia),palmas mil(eu puxei bastante,tanto que minhas mãos estavam em brasa),gente pulando como se estivesse num pula-pula...teve de tudo,tudo,tudo...
Matt Berninger falava direto ao público,distribuiu uns drinks quando se cansou de beber,contou piadas...que a galera riu(eles entenderam fluentemente o inglês do cara?),mas também confesso que achei engraçado...o violinista era um show a parte,pulava,ia de um lado a outro do palco impecável,ria...tocava como se tivesse tendo um orgasmo,tocava o violino como se fosse um cavaquinho....os guitarristas então...hunf,sem comentários,como performance é quase tudo num show de rock,eles souberam se mostrar como tais!!!Simplesmente fantástico o show,até que acabou!!!Acabou??Não!!A voz do povo é a voz de Deus!!!O coro de ''MAIS UM,MAIS UM''chega a dar medo de tão alto...o teatro treme,treme e treme ameaçando desabar até que eles voltam pro bis,e não um,mas três músicas....a galera então vai a loucura.Destaque pra um dos carinhas que fiquei conhecendo que entregou um cartaz escrito ''PLEASE,SANTA CLARA'' ao Matt Berninger que ajeitou no meio da bateria.Aliás,não posso deixar de comentar o ponto alto do show quando o vocal desce do palco e sobe nas cadeiras,senta ao lado de uma tiazona e começa a berrar feito louco,depois é erguido aos céus(leia-se:palco) pela galera....FODA!!!

Start a war
Brainy
Secret Meeting
Baby We'll Be Fine
Slow Show
Squalor Victoria
Abel
All the wine
Racing like a pro
Mistaken For Strangers
Ada
Apartment Story
Daughters of the Soho Riots
Fake Empire
Mr. November
nota:9,5...nada supera uma surpresa,e quase ninguém dava nada por eles,que também foram elogiados nas outras edições do Tim.

Tim Tim [parte #1]

Lacerda >> 4:31 PM >>
Conforme prometido,estou aqui pra contar minhas impressões sobre o Tim Festival de 2008,que aconteceu em cidades simultâneas como Vitória,São Paulo e Rio de Janeiro(Curitiba foi excluída da versão de 2008) entre os dias 23 a 27 de outubro.Desta vez não foi nada espetaculoso como a edição de 2007(que me descambei pra Sampa com a ajuda de uma amiga pra curtir os Monkeys e cia),foi até simples...o que não quer dizer que não foi foda!!!A edição de Vitória como sempre,aconteceu no Teatro Universitário da UFES,que apesar de todas as dúvidas(olhe meu camarada,não foi poucas as perguntas sobre se era viável um show de rock lá dentro),respondeu a altura às suas expectativas,aliás,só escrevo estas palavras inúteis a quem conhece o local,pois foi o 1° Tim que compareço por Vix mesmo,já que o Tim acontece ali desde o ano de 2005.Lá sempre abrigou a versão compacta e jazzística do festival(o que não é ruim,adoro jazz),mas o povo de Vix nunca se interessou muito pelas atrações...mas isso mudou desde o ano passado,com atrações mais diversificadas e ''jovens''(Feist seria um exemplo,mas não veio ano passado,deixando pra maravilhosa Cat Power que também é alto nível),e este ano muito foi comentado sobre a edição capixaba estar equiparada á versão carioca do Tim.Meu ingresso estava marcado pro dia 27,numa segunda,e,apesar de estranho pra se curtir um rock,posso dizer que foi uma sensação foda demais...




*The National


*MGMT




Festival Quebramar

Anônimo >> 10:37 PM >>

Finalmente, vem ae o primeiro festival de musica independente do Amapá.
Depois da mania tomar conta do resto do país, o amapá finalmente lança seu festival oficial.. Acho que era a unica capital sem ter um!! Eu, admiradora da cena independe, membro deste maravilhoso blog e moradora do estado do Amapá, tenho por obrigação anunciar a todos vocês leitores desse evento historico.

Recentemente, uma galera se reuniu e deciciu que era hora de fazer alguma coisa pela cena amapaense. Pra quem nao conhece, parece meio bobo fazer um festival num estado tao pequeno.. Mas gente, vcs nao sabem como tem banda boa aki, e nao eh de hoje. Ja tem muito tempo que as bandas batalham por aki, eh dificil claro, mas eh impressionante a força de vontade dos musicos independentes amapaenses. Outra coisa muito dificil que aconteceu por aki, foi o fim do cover.. As bandas deixaram de tocar musicas dos outros para tocar suas próprias, muito boas por sinal. Uma das primeiras foi a Stereovitrola que lançou um cdzinho bonitinho (nao levem a mal tah!, isso eh um elogio) muito agradavel de ouvir. Depois trabalhos de bandas como Palheta Perdida, 12 voltz, Marttyrium, Mini Box Lunar, entre outras.. A cena foi crescendo, crescendo e chegou a levar bandas daki pra tocar em festivais brasil a fora, alias, com ótimos resultados. O pessoal gostou tanto que a banda Mini Box Lunar ja tem convites pra varias festivais em 2009. Entao.. depois desse breve resumo tosco sobre a cena amapaense, gostaria aki de parabenizar aos idealizadores desse festival, eu sei que muita gente ta trabalhando nisso entao nem vou citar nomes.. Mas posso dizer que o coletivo palafita (associado ao circuito fora do eixo) e as bandas da cena estao de parabens, nós da equipe do Hooraay, esperamos que esse festival possa mostrar para o Brasil que no Amapá tbm tem banda boa, e muito boa!

Sobre o festival:
Previsto para os dias 5 e 6 de dezembro, o festival vai contar com a presença de bandas respeitadas na cena como Macaco Bong (MT) e até Jorge Mautner, além de mesas redondas e workshops com respeitados jornalistas.
Mais informações no
http://www.festivalquebramar.com.br/